[Aluno] Annelise Antoine

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[Aluno] Annelise Antoine

Mensagem por Arquivista em Dom Jan 02, 2011 5:00 pm

Annelise Antoine escreveu:Nome Completo: Annelise Juan Antoine
Idade: 15
Local de Nascimento: Paris - França
Nomes dos Pais: Esmeralda Juan Antoine e Hercule Antoine
Irmãos: Nenhum
Cor dos cabelos: Castanhos
Cor dos olhos: Verdes
Cor da pele: Clara
Altura: 1,70
Animais: Uma gata persa chamada Noire e agora os seis filhotes dela com algum amasso perdido no mundo: Xinfrim, Biscuit, Tonton, Pinel, Bubu e Charleston.
Comida preferida: Bolinhos de Hogwarts
Cor preferida: Vermelho e Dourado
Livro preferido: As 1001 Noites e os livros de uma tal escritora trouxa chamada Agatha Cristie
Matéria preferida: História da Magia
Hobby: Ouvir música, dançar, cantar e ler.
Varinha:
Spoiler:
Revestimento: Salgueiro. Conhecido como "a árvore de encantamento" é, bastante favorável à Encantos. Ele também realça a magia de cura e é normalmente usado por bruxas.
Cerne: Cabelo de unicórnio, É um componente mais sutil, bastante compatível com Encantos e Transfiguração. É também o melhor núcleo para a cura, pois ele pega alguns desses recursos do sangue de unicórnio. Tem a reputação de escolher usuários "suaves" ou mais cerebrais. COM Asas de Fada. núcleo perfeito para uma varinha leve e indicada para encantos, também como para os bruxos portadores do dom da adivinhação. Apesar de ser fantástica para Feitiços deixa a desejar em Defesa Contra as Artes das Trevas e Transfiguração.
Tamanho: 24cm
Flexibildiade: Semi-Rígida. Ligeiramente complicada para se aprender a controlar, porém mais poderosa que as flexíveis.
Sua história antes de chegar a Hogwarts: Annelise era uma bruxinha normal, tinha amigos bruxos, vivia num povoado bruxo, num condado da França. Gostava de pregar peças, usava estalinhos mágicos, varinhas falsas, tudo que é tipo de brincadeiras mágicas. Era a líder do grupinho de crianças do local, mas por fazerem bagunça de mais a candidatura dela a BeauxBatons estava seriamente comprometida. Não mostrava grande aptidão pra magia, tão pouco era boa com algum esporte mágico., apesar de passar horas assistindo as partidas de quadribol com seus pais, tendo que apartar as brigas entre França e Espanha durante as copas mundiais. Tinha uma inteligência muito acima do normal, que evitava a todo custo deixar transparecer, a não ser nos momentos em que jogava xadrez com seu pai, tinha medo de ser estigmatizada por ser um gênio. Ainda sim, seu maior talento era ver coisas. Era grande observadora, pegava os menos detalhes das maiores coisas, montava quebra cabeças com grande habilidade e em tempo inacreditavelmente curto. Talvez por isso tivesse a grande fascinação que tem por cores e luzes.

Desde cedo aprendeu duas línguas, francês e espanhol, sua mãe apenas falava na própria língua e seu pai também, queriam incentivar a jovem a aprender desde pequena. O inglês veio com o tempo, na escola local bruxa do tal condado, não era a matéria mais importante, mas conseguia se virar. Por mais moleque que fosse sempre guardou dentro de si um quê de vaidade, extremamente caprichosa e orgulhosa com os cabelos, podia sujar-se dos pés ao rosto, mas os fios castanhos permaneciam intactos, quase que por mágica. E na verdade era de fato magia, foi dessa forma, mantendo os cabelos anormalmente limpos, mesmo depois de uma violenta guerra de lama, que sua mágica aflorou. Em casa a vida era simples, viviam os pais, ela e a gata persa chamada Noire, apesar de muito tranquila a felina era super protetora, podia passar horas deitada no colo de Annelise satisfeita apenas por saber que ela estava ali sã e salva, além dos longos banhos de língua que dispensava na garota quando a mesma a acariciava. Apesar da numerosa família, tanto por parte do pai, quanto da mãe, não recebiam muitas visitas, apenas o irmão de seu pai e o filho, Jared estavam lá todos os anos para as férias. Além deles o primo de Hercule também levava seu filho, Rafael, vez ou outra, para passar uns dias com Lise.

Certa ocasião, trabalhador do Ministério, foi transferido para a Inglaterra, ela não queria ir, de jeito nenhum e não havia nada que a fizesse mudar de ideia, mas como não tinha escolha, mudaram-se os três. E mal puseram os pés em Londres a coruja de Hogwarts os visitou deixando a carta de ingresso. Não estava entusiasmada, especialmente por que seu inglês era terrivelmente fraco, podia-se fazer entender, no entanto cometia muitos erros e o sotaque francês era carregadíssimo. Apesar do receio acabou indo para a escola, torcendo para que tudo desse certo.
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