[Hogwarts] Leôncio Pontífice II

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[Hogwarts] Leôncio Pontífice II

Mensagem por Arquivista em Dom Jan 02, 2011 5:27 pm

Leôncio Pontífice II escreveu:Nome Completo: Leôncio Pontífice II
Idade: 112 (mas com um corpinho fantasmagórico de 40)
Local de Nascimento: Eu sempre me confundo com essas perguntas pegadinhas. Nascimento em vida ou em morte? Em vida eu era de Liverpool. Em morte eu sou do meu barril de hidromel. Respondido?
Nomes dos Pais: Quem tem filho barbado é gato.
Irmãos: Não sou muito chegado a irmãos, eles querem que eu pare de beber! (e vá frequentar a igreja deles)
Cor dos cabelos: Que cabelos?!?
Cor dos olhos: Negros.
Cor da pele: Branca-perolada.
Altura: Sempre muito ALTO!!!
Sangue: Tenho um pouco de sangue no meu alcóol, ou vice-versa.
Animais: Um monte. Eles estão divididos por casas e cores para facilitar minha vida. Grifinórios, Lufanos, Corvinalenses e Sonserinos.
Comida preferida: Hidromel é comida?
Cor preferida: Amarelo-hidromel
Livro preferido: Hidromel, uma história
Matéria preferida: Poções
Hobby: Tomar uma com os amigos

Sua história antes de chegar a Hogwarts:

Leôncio começou em vida sem ser Leôncio. Acontece que uma das peripécias que realizou na Terra foi se tornar um monge. E é costume em instituições religiosas a mudança de nome. É feito escolher um nome de guerra para "a vida", mas sem o lance da prostituição. Mas comecemos pelo começo.

Leôncio nasceu, cresceu, virou nerd e foi para Hogwarts. Lembra-se como se fosse hoje das sábias palavras do chapéu seletor: "Mais um nerd?!? Já sei o que vou fazer com você..." E como todo nerd bruxo que se preze, foi parar na Corvinal.

A combinação Colégio Interno + Biblioteca + Nerd = futuro previsível. Estudar, tirar notas boas e continuar invisível. (Por que outro motivo J.K. Rowling não perdeu tempo narrando a vida sem graça de um corvinalense nos livros?)

Mas um dias as coisas mudaram. A puberdade chegou. A época do Yule Ball chegou. Para um nerd isso significa uma única coisa: gozação dos amigos. Foi então que Leôncio tomou uma decisão que todo nerd toma uma vez na vida. Resolveu se envolver com uns delinquentes. Em Hogwarts isso é sinônimo de criar amizade com a galera da Grifinória.

O que ele não queria mesmo era chegar ao Yule Ball sozinho e parecer um lufano. Ser nerd já é terrível, mas ir para o show das esquisitonas para, em vez de ficar na azaração, ficar na beira do palco vestido de fã-clube, dizendo que ama o vacalista e ter crises histéricas enquanto canta as músicas é o fim da picada. Coisa de lufano mesmo!

Os dias foram passando o Yule Ball foi finalmente chegando. E nada de companhia pro baile. Andar com grifinórios fez apenas com que suas notas baixassem e uma vida de detenção. Foi quando resolveu que aquela vida desregrada estava sendo pior que ser nerd. Foi quando ouviu que mulher não gosta de homem, mas sim de dinheiro. Foi então que teve mais uma ideia para tentar arrumar um par pro baile. Tentar atrair a atenção de uma das patricinhas. Para isso, precisava se meter com os mauricinhos da escola. Em termos leigos, os sonserinos.

Entrar no clube da Sonserina era mais fácil do que ele pensava. Eles têm mentalidade de vampiros. Primeiro querem saber sobre sangue, e depois são seus amigos enquanto puderem sugar tudo o que você tem. As conversas não exigiam muito do seu vasto conhecimento. Se resumia a quem tem a melhor vassoura e mais galeões em Gringotes. Tudo regado à bebida. Afinal, em mesa de conversa ruim, a solução era o álcool.

E foi a primeira vez que o nerd pôs na boca uma cerveja amanteigada. Parecia, para ele, cena de novela. Aquele beijo morno e molhado de um copo. Praticamente amor ao primeiro contato.

Pouco tempo depois, Leôncio percebeu que ia mais ao Três Vassouras do que ia para as aulas de Transfiguração. Começou com a cerveja amanteigada, passou pro uísque de fogo e quando menos esperou, já estava se embriagando com hidromel. Foi quando resolveu largar sua vida acadêmica para se tornar um papudinho.

Revoltados com a atitude do filho, os pais resolveram cortar-lhe a mesada. O que o levou a procurar um emprego que sustentasse o seu vício. Que outro lugar melhor para trabalhar, pensou ele, que na fonte do seu manjar dos deuses. Procurou então descobrir onde se produzia o melhor hidromel de toda a Europa. Era de uma congregação religiosa. Os Beneditinos do Hidromel. Precisou se converter à ordem, todavia, conseguiu o emprego dos seus sonhos.

No seu primeiro dia de trabalho, se deparou com um gigantesco barril de carvalho cheio do precioso líquido amarelo. Como Naciso da mitologia grega, se apaixonou pelo que viu. Só que não pela sua imagem, mas pelo próprio líquido. Caiu, então, dentro do barril e morreu afogado. Porém não virou uma flor como o Narciso mitológico, mas sim um poltergeist que passou a assombrar aquele barril por toda a eternidade.

O destino dá voltas, e uma dessas voltas foi que o barril foi acidentalmente reutilizado e preenchido de uma nova safra de hidromel e enviada para o comprador. Leôncio mais uma vez voltou a Hogwarts!
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